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Aos 40 Cara Estranho (Los Hermanos) Olha lá, que cara estranho que chegou Escrito por Line às 15h54 [ ] [ envie esta mensagem ] Pedaço da música "Quem me dirá" (Vander Lee) O que foi feito do meu eu Depois que o seu me acometeu? Heterogêneos, misturamos, Veja só no que é que deu Quem organiza essa bagunça Dentro do meu coração… Que agoniza e não entende Uma mudança de estação Escrito por Line às 08h49 [ ] [ envie esta mensagem ] Um amor quando vai se despedindo... Um amor quando vai se despedindo... Quando um amor vai se despedindo... leva consigo todos os sonhos e todas as esperanças. Escrito por Line às 20h54 [ ] [ envie esta mensagem ] Quando você chegar Quando vc chegar nada reclamarei. Não contarei das dores nem das lágrimas que chorei. Não falarei da solidão das noites dos pares errados do vestido lindo que vc nunca viu. Das danças que perdemos de nada falarei. E os meus lábios beijarão teus olhos tentando curar o passado do teu rosto já marcado pelo tempo inclemente. E eu nada falarei só descansarei no teu peito o longo caminho percorrido Pra' sermos nós finalmente. (Silsaboia) Escrito por Line às 19h44 [ ] [ envie esta mensagem ] Um outro sentimento (Martha Medeiros) Às vezes me pergunto por que o amor, que dizem ser a coisa mais forte e importante que há, faz tanta gente sofrer. Entendo que algumas pessoas amam com impaciência, amam com possessão, amam com insegurança, amam com violência, amam com preguiça, amam das formas mais desajeitadas,e nada disso é coisa fácil de lidar. Mas o amor é assim mesmo, vem acompanhado de várias sensações, todas fora do nosso controle. O amor é lindo, mas também pode ser tenso, fóbico, difícil. Chego à conclusão, então, de que se o amor é nobre e, ao mesmo tempo, ameaçador, deve existir algo muito melhor que o amor. Um sentimento que talvez vários de nós já tenhamos experimentado, só que como esse sentimento nunca foi batizado, não o reconhecemos. Um sentimento que prescinda de fogos de artifício por ter chegado e também dispense velório por ter partido; que se instale sem radares em volta, que não n os deixe apreensivos para entende-lo e nem para traduzir os seus sinais. Um sentimento que não se atenha à longevidade nem a uma intensidade medida pelo número de declarações verbais. Um sentimento que, quanto mais forte, mais calmo. Quanto maior, mais discreto. A gente não o pensaria, não o discutiria, não o compararia, não o idealizaria. Cresceria sem a aflição daquelas regrinhas impostas ao amor: tem que cultivar, tem que reinventar, tem que... Tem que nada! Tem apenas que curtir. É até bom que ele não tenha nome, símbolo, cor e teorias. Melhor assim, sem estampar capas de revistas, sem que ninguém o use como argumento para cometer insanidades, sem virar mote para propaganda, sem fazer sofrer nas novelas e na vida real. Simplesmente enorme assim, sem ameaçar. Escrito por Line às 19h23 [ ] [ envie esta mensagem ] |
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