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Aos 40 AmadoVanessa Da MataComposição: Vanessa da Mata Como pode ser gostar de alguém Escrito por Line às 08h32 [ ] [ envie esta mensagem ]
Escrito por Line às 07h52 [ ] [ envie esta mensagem ] "VIDA" (Ricky Vallen)
PRA QUE TROCAR AS CORES DAS PAREDES ISSO NÃO É RUIM NÃO É RUIM SE HÁ MARCAS DOS SEUS PASSOS NO MEU QUARTO E EU NÃO SEI POR ONDE ANDAR E ISSO É TÃO RUIM Escrito por Line às 07h41 [ ] [ envie esta mensagem ] DOUTRINA DAS PENAS ETERNAS A conseqüência essencial das penas irrevogáveis é a ineficácia do arrependimento. Deus é único, eterno, imutável, imaterial, todo-poderoso, soberanamente justo e bom, infinito em todas as suas perfeições. Admitindo-se que uma ofensa temporária praticada contra a divindade pudesse ser infinita, Deus, vingando-a por um castigo infinito seria infinitamente vingativo. E se ele o fosse, não poderia ser infinitamente bom e misericordioso. Porque daria Deus ao homem a lei do perdão, se ele mesmo não devesse perdoar? Disso resultaria que o homem que perdoa os seus inimigos, retribuindo-lhes o mal com o bem, seria melhor que Deus. Deus, que está em toda a parte e tudo vê, tem de ver as torturas dos condenados. Se ele for insensível aos seus clamores pela eternidade, será eternamente impiedoso. A isto, responde-se que o pecador que se arrepende antes de morrer obtém a misericórdia de deus e que o maior culpado pode se beneficiar com a sua graça. Concebe-se que Deus somente perdoe aos arrependidos e seja inflexível para os espíritos endurecidos. Mas se ele se mostra cheio de misericórdia para a alma que se arrepende antes de deixar o corpo, porque não faria o mesmo para aquela que se arrepende depois da morte? Qual a razão do arrependimento só ser eficaz durante a vida? Se a bondade e a misericórdia de Deus ficam circunscritas a um determinado tempo, não são infinitas e Deus não é infinitamente bom. Se por uma falta passageira que resulta quase sempre da natureza imperfeita do homem, e muitas vezes decorre do meio em que ele se encontra, a alma pode ser punida eternamente, sem esperanças de abrandamento e nem de perdão, não existe nenhuma proporção entre a falta e a punição. Portanto, não há justiça. Se o culpado se volta para Deus, arrependendo-se e pedindo para reparar o mal cometido, isso equivale a um retorno ao bem, aos bons sentimentos. Se o castigo for irrevogável, esse retorno ao bem não produz efeito, desde que Deus não leva em conta o bem e não pratica a justiça. Entre os homens, o condenado que se emenda vê a sua pena comutada e às vezes perdoada. Haveria, pois, na justiça humana mais equidade que na justiça Divina. Se a condenação é irrevogável, o arrependimento é inútil. Nada podendo esperar do seu retorno ao bem, o culpado persiste no mal, de maneira que Deus não somente o condena a sofrer eternamente mas também a permanecer no mal por toda a eternidade. Não há nisso nem justiça, nem bondade. Se Deus é perfeito, a condenação eterna não existe; se ela existe, Deus não é perfeito. Não a tendo criado perfeito, mas capaz de se aperfeiçoar, a fim de que tenha o mérito de suas obras, ela pode falir. Suas quedas decorrem de sua fraqueza natural. Se ela tivesse de ser condenada eternamente por uma queda, poderíamos perguntar por que Deus não a criou mais forte. A mais vulgar noção de justiça, mesmo entre os homens, diz que não se pode castigar perpetuamente aquele que tem o desejo do bem e se dispõe a praticá-lo. Um último argumento na tentativa de favorecer a idéia das penas eternas é que o temor de um castigo eterno é o freio para os homens, sem o qual nada mais há a temer e ele poderia se entregar a todos os desregramentos. Porém, pelo fato de não ser eterno, o castigo não tem de ser menos penoso. Uma penalidade em que não se pode crer não é um freio. A crença nas penas eternas teve sua utilidade e sua razão de ser em certa época. Hoje, não somente ela deixou de assustar, como acabou por semear a incredulidade. (...) A alma progride ou não? Podemos duvidar desse progresso, quando vemos a imensa variedade de aptidões morais e intelectuais existentes na Terra? Quando se vêem as diferenças que um mesmo povo apresenta de um século para outro? Se admitirmos que não são mais as mesmas almas, teremos que aceitar que Deus cria as almas em todos os graus de desenvolvimento favorecendo umas, enquanto relega outras a uma inferioridade perpétua. Isso é incompatível com a justiça, que deve ser a mesma para todas as criaturas. Chega-se assim forçosamente, de acordo com uma rigorosa justiça, à conclusão de que as almas mais adiantadas são as mesmas que antes se apresentavam como atrasadas e depois progrediram. Consideremos um jovem de vinte anos, entregue aos instintos inferiores. Ao amadurecer, trabalha e se instrue, corrige-se pouco a pouco e por fim se transforma numa criatura piedosa. Esse homem morre numa idade avançada e certamente sua salvação está assegurada. Mas o teria sido dele, se um acidente o tivesse levado à morte quarenta anos antes? Estaria dentro de todas as condições para ser condenado ao inferno e impedido de realizar qualquer progresso. Eis o caso de um homem que se salvou por ter vivido bastante e que, segundo a doutrina das penas eternas, jamais se teria salvado se tivesse vivido menos. O dogma da eternidade das penas é pois inconciliável com o progresso da alma. Escrito por Line às 11h42 [ ] [ envie esta mensagem ] O INFERNO O quadro que o homem compôs dos castigos da vida futura é o reflexo das maldades humanas, mas em maior proporção. Ele reuniu todas as torturas, todos os suplícios, todas as aflições que encontrou na Terra. O inferno dos pagãos e dos cristãos tem pontos tem numerosas analogias e algumas variações de detalhes. Num e noutro o fogo material é o elemento básico das torturas porque simboliza os mais cruéis sofrimentos. O inferno cristão tem por toda parte caldeiras ferventes, cujas tampas os anjos erguem para verem as contorções dos condenados. Deus ouve sem piedade os gemidos desses últimos pela eternidade. Jamais os pagãos figuraram aos habitantes dos Campos Elísios inspecionando os suplícios do Tártaro. Os cristãos têm o seu rei dos infernos que é Satanás, com a diferença de que Plutão se limitava a governar o império sombrio que havia recebido, mas sem praticar maldades. Satanás entretanto recruta as suas vítimas por toda parte e se alegra de faze-las atormentar por legiões de demônios armados de tridentes para revolve-los nas chamas. (...) Tendo localizado o céu nas regiões superiores, era natural que colocassem o inferno nas inferiores, no centro da Terra, para o qual segundo se acredita, certas cavernas sombrias e de aspecto assustador serviam de entrada.(...) (...) Jesus limitou-se a falar vagamente da vida de bem-aventurança e dos castigos que esperavam os culpados. Mas em parte alguma, nos seus ensinos, encontra-se o quadro dos suplícios corporais que os cristãos transformaram em artigo de fé. Pela localização do céu e do inferno as seitas cristãs foram levadas a admitir que só existiam para as almas duas situações extremas: a perfeita felicidade e o sofrimento absoluto. O purgatório é apenas uma posição intermediária e passageira. (...) Havendo sorte definitiva não há progresso. Jesus resolveu a questão quando disse: Há muitas moradas na casa de meu pai. É verdade que a Igreja admite para certos casos particulares uma situação especial. As crianças mortas em tenra idade, não tendo praticado o mal, não podem ser condenadas ao fogo eterno. Não tendo praticado o bem, não possuem nenhum direito à felicidade suprema. São então enviadas aos limbos, situação na qual, embora não sofrendo não gozam da felicidade. Mas desde que a sua sorte já está irrevogavelmente fixada, elas estão privadas da felicidade por toda eternidade. Essa provação, desde que não dependeu delas, equivale a um suplício eterno imerecido. (...) É necessário entender que as boas ou más obras que se pratica livremente, voluntariamente, são as únicas que acarretam responsabilidade. Há hoje, na própria Igreja, muitos homens de bom senso que não mais admitem essas coisas ao pé da letra e as consideram como simples alegorias das quais é necessário apreender o sentido. Escrito por Line às 08h19 [ ] [ envie esta mensagem ] O PURGATÓRIO O Evangelho não faz nenhuma menção do purgatório, que só foi admitido pela Igreja no ano de 563. (...) ele estabelece penas menos rigorosas e mais aceitáveis para as faltas de mediana gravidade. (...) As almas não podem sair do purgatório através do seu próprio adiantamento, mas sim pela virtude das preces que se fazem ou se mandam fazer em sua intenção. (...) Em virtude das preces pagas o purgatório se transformou numa minha mais produtiva que o inferno. O purgatório deu origem ao escandaloso comércio das indulgências, com as quais se vendia a entrada no céu. Esse abuso foi a causa primeira da Reforma e foi por causa dele que Lutero rejeitou o purgatório. (...) O homem se torna infeliz neste mundo por sua própria culpa. Aqui ele expia não somente as faltas atuais, mas também as anteriores que não pode antes reparar. (...) Essas vicissitudes proporcionam a oportunidade de lutas incessantes que desenvolvem as suas faculdades morais e intelectuais, fortificando a alma na prática do bem. Ela se beneficia se tiver a coragem de enfrentar a prova até o fim. Cada existência representa para a alma a oportunidade de um adiantamento. Depende da sua vontade que esse adiantamento seja o maior possível, permitindo-lhe subir numerosos degraus ou permanecer no mesmo ponto. Neste último caso ela terá perdido a oportunidade, e como é sempre necessário que cedo ou tarde pague a sua dívida, terá de recomeçar numa nova existência as mesmas lutas em condições mais penosas, porque a uma nódoa que não apagou ela acrescentou outra. (...) Sendo o sofrimento inerente à imperfeição, sofre-se por tanto tempo quanto se for imperfeito, como se sofre de uma doença por tanto tempo quanto não se consegue extinguir as suas causas. Deus quer que o homem deva tudo aos seus próprios esforços e seja o artífice do seu futuro. Se ele for infeliz por maior ou menor tempo, não poderá queixar-se senão a si mesmo, pois o caminho do progresso está sempre aberto para ele. (...) a eficácia das preces depende do pensamento e não das palavras. Escrito por Line às 08h15 [ ] [ envie esta mensagem ] O CÉU As idéias do homem estão sempre na razão dos seus conhecimentos. O homem se constitui de corpo e espírito. O espírito é o ser principal, o ser racional, o ser inteligente. O corpo é o envoltório material que reveste temporariamente o espírito para o cumprimento da sua missão, permitindo-lhe executar os trabalhos necessários ao seu desenvolvimento. Há, portanto, o mundo corpóreo, constituído pelos espíritos encarnados, e o mundo espiritual, constituído pelos espíritos desencarnados. Os seres do mundo corpóreo, em razão do seu envoltório matéria, estão ligados à Terra ou a qualquer outro globo. O mundo espiritual estende-se por toda parte, ao redor de nós e através do espaço. Nenhum limite podemos assinalar para ele. Os espíritos são criados simples e ignorantes, mas dispondo de aptidão para todas as aquisições e para progredir, em virtude do seu livre-arbítrio. Pelo progresso adquirem novos conhecimentos, novas faculdades, novas percepções e por conseguinte novas possibilidades de prazer, desconhecidas dos espíritos inferiores. Eles vêem, ouvem, sentem e compreendem aquilo que os espíritos atrasados não podem ver, nem ouvir, nem sentir e nem compreender. A felicidade está na razão do progresso realizado. De dois espíritos, mesmo estando lado a lado, um pode se encontrar nas trevas enquanto que para o outro tudo é resplandecente ao seu redor. Um percebe a luz que entretanto não impressiona o outro. Isso porque um percebe e compreende o que não produz nenhuma impressão ao outro. Assim acontece com todas as alegrias dos espíritos que estão na razão direta das suas aptidões para senti-las. O progresso dos espíritos é o resultado do seu próprio trabalho. Mas como eles são livres e trabalham para o seu adiantamento com maior ou menor atividade ou negligência, segundo à sua vontade, eles apressam assim ou retardam o seu próprio progresso, o que vale dizer a sua felicidade. (...) Eles são, portanto, os próprios artífices da sua situação feliz ou desgraçada, segundo palavras do Cristo: A cada um segundo suas obras. Cada espírito que fica atrasado só pode lamentar-se de si mesmo, como aquele que avança tem todo o mérito do seu progresso. (...) O progresso intelectual e o progresso moral raramente andam juntos, mas o que o espírito não consegue num determinado tempo, o consegue em outro, de maneira que essas duas formas de progresso acabam por atingir o mesmo nível. (...) (...) Para o homem que vive só não há vícios nem virtudes; se, ele se preserva do mal, também anula as possibilidades do bem. (...) (...) Em cada nova existência o espírito se apresenta com o que adquiriu nas precedentes em aptidões, em conhecimentos intuitivos, em inteligência e A encarnação é inerente à condição de inferioridade dos espíritos. Ela se torna desnecessária para aqueles que romperam esses limites e progrediram espiritualmente ou nas existências corporais dos mundos superiores, onde nada mais existe da materialidade terrena. Para esses a encarnação é voluntária, com o fim de exercer sobre os encarnados uma ação mais direta no cumprimento das missões de que estiverem encarregados. Eles aceitam as suas vicissitudes e os seus sofrimentos por abnegação. No intervalo das existências corpóreas o espírito volta por tempo mais ou menos longo ao mundo espiritual, onde é feliz ou infeliz, segundo o bem ou o mal que tenha praticado. (...) É sobretudo no estado espiritual que ele recolhe os frutos do progresso realizado durante a encarnação. É então que ele também se prepara para novas lutas e toma resoluções que se esforçará para pôr em prática no seu retorno ao seio da humanidade. O estado corpóreo e o estado espiritual são para ele as fontes de duas formas de progresso que se desenvolvem solidárias. É por isso que ele passa alternadamente por esses dois mundos de existência. Entre os mundos há os mais avançados, onde a existência decorre em condições menos penosas do que na Terra, física e moralmente. A vida nos mundos superiores já é em si mesma uma recompensa, porque ali estaremos livres dos males e das vicissitudes que enfrentamos neste mundo. Os corpos menos materiais, quase fluídicos, não estão sujeitos às doenças, às dificuldades e nem mesmo às necessidades dos nossos. Os maus espíritos estão excluídos dele. Lá os homens vivem em paz, cuidando apenas do seu progresso. Nesses mundos, reinando a verdadeira fraternidade, não existe o egoísmo. A igualdade é legítima, porque não existe o orgulho. A liberdade é verdadeira porque n ao existem desordens que exijam repressão, nem ambições tentando oprimir os fracos. A felicidade dos espíritos bem-aventurados não está na ociosidade contemplativa, que seria, como freqüentemente se diz, uma eterna e fastidiosa inutilidade. A vida espiritual, em todos os seus graus, é pelo contrário uma atividade constante. Os espíritos puros são os Messias ou mensageiros de Deus para transmissão e a execução de seus desígnios. Eles cumprem as grandes missões, presidem à formação dos mundos e à harmonia geral do Universo. As atribuições dos espíritos são proporcionais ao seu progresso, aos seu esclarecimento, às suas capacidades, à sua experiência e ao grau de confiança que merecem do Soberano Senhor. Não existem privilégios nem favores que não decorram do próprio mérito. Tudo é medido pela mais estrita justiça. (...) Cada encarnado tem a sua missão: deveres a cumprir para o bem de seus semelhantes. (...) A felicidade decorre das próprias qualidades dos indivíduos e não da condição material do meio em que se encontram. Ela está, portanto, em toda parte onde existam espíritos capazes de serem felizes. (...) Embora os espíritos estejam por toda pare, os mundos constituem os lares em que eles de preferência se reúnem, em razão da sintonia existente. Cada globo tem, portanto, de qualquer maneira, sua população própria e espíritos encarnados e desencarnados, que se sustenta na maior parte pela encarnação e desencarnação sucessivas. Essa população é mais estável nos mundo inferiores, onde os espíritos são mais apegados à matéria, e é mais flutuante nos mundos superiores. Mas dos mundos que são focos de luz e de felicidade partem espíritos que se dirigem aos mundos inferiores para neles semear os germes do progresso, para levar-lhes a consolação e a esperanças, reerguendo os ânimos abatidos pelas provas da vida e às vezes neles se encarnado para cumprir com ais eficácia a sua missão. Os mundos felizes são as últimas estações do caminho. As virtudes favorecem a caminhada e os vícios impedem o seu acesso. (...) Ma por que Deus não revelou desde o princípio toda a verdade? Pela mesma razão que não se ensina às crianças o que se deve ensinar na idade madura. (...) Como diz o Cap. III do Evangelho Segundo o Espiritismo, o erro está em se querer, não levando em conta o progresso da cultura, governar os homens amadurecidos com os preceitos que se aplicavam à infância. Escrito por Line às 12h30 [ ] [ envie esta mensagem ] A PREOCUPAÇÃO COM A MORTE A certeza de reencontrar seus amigos após a morte, de continuar as relações que tinha na Terra, de não perder o fruto de nenhum de seus trabalhos, de crescer sem cessar em inteligência e perfeição, lhe dá a paciência de esperar e a coragem de suportar as fadigas passageiras da vida terrena. (...) O trabalho que os faz progredir na Terra não tendo nenhuma influência sobre a felicidade futura, a facilidade com que pensam conquistar essa felicidade por meio de algumas práticas exteriores, a possibilidade mesmo de comprá-la com dinheiro, sem uma reforma séria do caráter e dos costumes, fazem que os gozos do mundo conservem todo o seu valor. Muitos crentes dizem para si mesmo que, se o seu futuro está assegurado pelo cumprimento de certas obrigações formais ou pelas graças que os esperam após a morte, seria tolice fazerem sacrifícios ou sofrerem qualquer coisa em benefício dos outros, uma vez que se pode atingir a salvação trabalhando cada um para si mesmo. (...) (...) A partida para esse mundo mais feliz é acompanhada das lamentações dos que ficam, como se houvesse acontecido a maior desgraça para aqueles que partiram. Dizem-lhe adeus eterno como se jamais eles pudessem ser vistos de novo. Lamenta-se que tenham perdido os prazeres deste mundo, como se não tivessem de encontrar prazeres maiores no outro. (...) Tudo concorre, pois para inspirar o pavor da morte em lugar de despertar a esperança. (...) (...) A alma que se encontra no céu será realmente feliz ao ver, por exemplo, seu filho, seu pai, sua mãe ou seus amigos queimando eternamente?(...) Os espíritas sabem que a vida futura não é mais do que a continuação da vida presente em melhores condições, e esperam com a mesma confiança com que aguardam o nascimento do sol depois de uma noite tempestuosa. (...) Para os espíritas a alma é um corpo etéreo. Ela não está perdida nas profundezas do espaço: o mundo corpóreo e o mundo espiritual estão em constantes relações e mutuamente se assistem. Escrito por Line às 12h28 [ ] [ envie esta mensagem ] O FUTURO E O NADA Haverá alguma coisa mais desesperadora do que essa idéia de destruição absoluta? Sagradas afeições, inteligência, progresso, saber laboriosamente adquirido, tudo seria destruído, tudo estaria perdido! Que necessidade teríamos de esforçar-nos para ser melhores, de nos constrangermos na repressão das paixões, de nos fatigarmos no aprimoramento do espírito, se de tudo isso não iremos colher nenhum fruto?(...) (...) Acreditando que o fim de tudo é o nada, o homem concentra forçosamente todo o seu pensamento na vida presente. Essa preocupação exclusiva com o presente o leva naturalmente a pensar em si antes de tudo. É, portanto, o mais poderoso estimulante do egoísmo, e a incredulidade é conseqüente consigo mesma quando chega a esta conclusão: gozemos enquanto vivemos, gozemos o mais possível, desde que após a morte tudo está acabado, gozemos logo, pois não sabemos quanto tempo isso vai durar e gozemos de qualquer maneira. (...) (...) Se o respeito humano consegue deter alguns, que freio poderia segurar aqueles que nada tem?(...) (...) O essencial para o homem é a conservação do seu eu. Se a lógica nos leva à individualidade da alma, nos leva também a outra conseqüência, a de que a sorte de cada alma deve depender de suas qualidades pessoais. As almas devem ter a responsabilidade dos seus atos, mas para que sejam responsáveis é necessário que sejam livres para escolher entre o bem e o mal. Sem o livre-arbítrio haverá fatalidade e com esta a alma não poderia ter responsabilidade. (...) Escrito por Line às 12h27 [ ] [ envie esta mensagem ] Vejam só Que história boba eu tenho pra contar Quem é que vai querer acreditar Eu sou palhaço sem querer Vejam só Que coisa incrível o meu coração Todo pintado e nessa solidão Espera a hora de sonhar Ah, o mundo sempre foi Um circo sem igual Onde todos representam bem ou mal Onde a farsa de um palhaço é natural Ah, no palco da ilusão Pintei meu coração Entreguei o amor e o sonho sem saber Que o palhaço pinta o rosto pra viver Vejam só e há quem diga que o palhaço é Do grande circo apenas o ladrão Do coração de uma mulher Escrito por Line às 22h09 [ ] [ envie esta mensagem ] Pensando bem , em tudo o que a gente vê, e vivencia , e ouve, e pensa, não existe uma pessoa certa para gente. Existe uma pessoa que, se você for parar para pensar, é na verdade a pessoa errada. Porque a pessoa certa deveria fazer tudo certinho. Falar as coisas certas, fazer as coisas certas. Mas nem sempre a gente ta precisando das coisas certas. Aí é hora de procurar a pessoa errada. A pessoa errada te faz perder a cabeça, fazer loucuras, perder a hora, morrer de amor. A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar. Que é pra na hora em que vocês se encontrarem, a entrega ser muito mais verdadeira. Essa pessoa talvez te magoe; e depois te encha de mimos pedindo seu perdão. A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo. Porque a vida não é certa. Nada aqui é certo. O que é certo mesmo é que temos que viver cada momento, cada segundo: amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo, querendo, conseguindo. Pois só assim é possível chegar àquele momento do dia em que a gente diz: Graças a Deus deu certo! Quando na verdade, tudo o que ELE quer é que a gente encontre a pessoa errada, para que as coisas realmente comecem a funcionar direito pra gente. Nossa missão: compreender o universo de cada ser humano, respeitar as diferenças, brindar as descobertas, buscar a evolução. “Quando a gente acha que tem todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas”(Luís Fernando Veríssimo) Escrito por Line às 20h49 [ ] [ envie esta mensagem ] Você tem duas opções na vida: Permanecer solteiro e sentir-se infeliz Ou Casar-se e desejar estar morto
Escrito por Line às 10h02 [ ] [ envie esta mensagem ] "O FUTURO TEM MUITOS NOMES: PARA OS FRACOS, ELE É INATINGÍVEL; Escrito por Line às 16h05 [ ] [ envie esta mensagem ] Aqui Jaz Um amor puro e sincero Morre de saudades Do que um dia Pareceu tão belo Escrito por Line às 07h48 [ ] [ envie esta mensagem ] DIO COMO TE AMO NEL CIELO, PASSANO LE NUVOLE No céu ... passam as nuvens CHE VANO VERSO IL MARE Que vão para o mar SEMPRE A NOI, FARZOLETTI BIANCHI Sempre a nós, lenços brancos CHE SALUTANO IL NOSTRO AMORE Que saúdam o nosso amor DIO COME TI AMO Deus como te amo NON E POSSIBILE Não é possível AVERE FRA LA BRACIA Ter em teus braços TANTA FELICITÁ Tanta felicidade BACIARE LA TUE LABRA Beijar os teus lábios CHE ODORA NON DIVENTO Que ainda não mudaram NOI DUE INNAMORATE Nós dois enamorados COME NESSUNO AL MONDO Como ninguém no mundo DIO COME TI AMO Deus como te amo ME MIENTO A PIANGERE Começo a chorar IN TUTTA LA MIA VITA Em toda minha vida NON HO PROVATO MAI Jamais experimentarei UN BENE COSI CARO Algo tão amável UN BENE COSI VERO Algo tão verdadeiro CHE PUÓ FERMARE IL FIUME Que pode parar um rio CHE CORRE VERSO IL MARE Que corre para o mar LE RONDINE NEL CIELO As andorinhas no céu CHE VANO VERSO IL SOLE Que voam para o sol CHE PUOI CAMBIARE L’AMORE Que podem mudar o amor L’AMORE MIO POR TE O meu amor por você Escrito por Line às 15h02 [ ] [ envie esta mensagem ] |
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